Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC)
Prevenção ao HIV/Aids
Os projetos do UNODC no Brasil e no Cone Sul, em parceria com o governo e a sociedade civil, buscam reduzir a incidência de aids - e outras doenças ligadas ao uso de drogas - em grupos vulneráveis. Outras populações priorizadas são crianças e adolescentes, profissionais do sexo e internos do sistema prisional.
No Brasil, as ações de parceria contribuíram para o sucesso na queda dos índices de casos de aids entre UDI. Os bons resultados se devem, principalmente, ao esforço bem-coordenado pelo Programa Nacional (PN) de DST/Aids do Ministério da Saúde, que conta com ampla participação da sociedade civil, dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com apoio na esfera federal, estadual e municipal.
Desde a aprovação do primeiro projeto do UNODC com o Programa Nacional de Aids, em 1995, autoridades no âmbito estadual e municipal ampliaram a prioridade à prevenção ao HIV/Aids associado ao uso de drogas. O número de casos de aids entre UDI (homens e mulheres) no Brasil tem mostrado queda constante. De 1996 a 2005 a redução foi de 72%, passando de 4.814 casos para 1.319, segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de 2006.
Estima-se que existam cerca de 193 mil UDI no Brasil, dos quais 76% fazem parte de algum programa de redução de danos. Atualmente, no Brasil existem 156 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), especializados no atendimento de dependentes de álcool e outras drogas.
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